Sonhar com um bebê é algo natural para muitos casais e entender os fatores que afetam a fertilidade é essencial para os tentantes. Aspectos como estilo de vida, genética e saúde geral desempenham papéis importantes no sucesso da concepção. Nesse cenário, as doenças autoimunes surgem como um ponto de atenção, pois podem impactar diretamente a saúde reprodutiva e a capacidade de levar adiante uma gestação saudável.
Neste artigo, vamos esclarecer a relação entre a concepção e doenças autoimunes, abordando os principais tipos que afetam a fertilidade feminina e as opções de tratamento disponíveis.
O que são doenças autoimunes?

Nosso sistema imunológico é responsável por proteger o corpo contra agentes externos, como vírus e bactérias. No entanto, em pessoas com doenças autoimunes, o sistema de defesa ataca por engano células e tecidos saudáveis do próprio organismo, causando inflamação e danos.
Essas condições podem afetar tanto homens quanto mulheres, mas têm impacto especial na saúde reprodutiva feminina. Algumas doenças autoimunes estão diretamente ligadas à redução da fertilidade ou ao aumento do risco de complicações durante a gravidez.
Principais doenças autoimunes que afetam a fertilidade

Existem mais de 100 tipos de doenças autoimunes, cada uma com efeitos específicos no organismo. Algumas podem afetar a fertilidade e a gravidez, as mais comuns são:
Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)
O lúpus é mais comum em mulheres em idade fértil. A fertilidade geralmente não é afetada, mulheres com lúpus podem sim engravidar, mas é essencial um planejamento cuidadoso com o médico, pois em casos mais graves, o lúpus pode aumentar o risco de complicações na gravidez, como pré-eclâmpsia, parto prematuro e aborto.
O ideal é que a doença esteja em remissão por pelo menos seis meses antes de tentar engravidar.
Trombocitopenia Imune Primária (TIP)
Essa condição afeta as plaquetas, responsáveis pela coagulação do sangue. Durante a gravidez, a trombocitopenia pode aumentar o risco de hemorragias tanto para a mãe quanto para o bebê, necessitando de acompanhamento médico especializado. Tratamentos com corticoides ajudam a controlar os sintomas, especialmente em momentos críticos como o parto.
Tireoidite de Hashimoto
Essa doença autoimune afeta a tireoide, causando hipotireoidismo. Como os hormônios tireoidianos são cruciais para a ovulação e o desenvolvimento inicial do feto, mulheres com Hashimoto enfrentam maiores dificuldades para engravidar. O tratamento hormonal adequado pode equilibrar o quadro, permitindo uma gravidez segura.
É possível engravidar com uma doença autoimune?

Sim, é possível. Embora as doenças autoimunes aumentem os desafios e os riscos, avanços médicos oferecem tratamentos eficazes para controlar os sintomas e melhorar as chances de uma gestação saudável.
O acompanhamento próximo de uma equipe médica é indispensável para monitorar sinais de complicações e ajustar o tratamento conforme necessário.
Tratamentos modernos para a infertilidade

A medicina reprodutiva evoluiu muito, proporcionando esperança para quem enfrenta dificuldades para engravidar. Tratamentos como fertilização in vitro (FIV) e indução da ovulação são opções que ajudam a contornar os impactos das doenças autoimunes.
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